E o mar com a adultez de seus dentes
E a pressa com os acordes de seus ventos
E o cais com suas leituras de mãos
E o tempo.
E a pedra na germinez de seus seres
E a semente na procissão dos defeitos
E o colo no impensar do profeta
E o tempo.
E o sorriso na infância do som
E a palavra algemada na trilha
E o aceno abatido em seu voo
E o tempo.
E o suborno no abismo das cordas
E a brisa desfazendo castelos
E a solidão crescendo na grama
E o tempo
E depois da tempestade do adeus
O resto é sopro.
sábado, 1 de agosto de 2009
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